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No próximo final de semana acontece a tradicional micareta do bairro Jacobina III. A Mica 3 é um evento idealizado pela presidente da Associação Comunitária dos Bairros Alexandre Sinfrônio, Morada do Sol e Jacobina III e todos os anos tem sido um sucesso. As principais atrações deste ano são Ricardo Mercês e Marcleide, Neide Vidal e Banda Ello, dentre outras. A expectativa é de um público recorde. A festa tem sido apreciada por pessoas de todas as idades porque transcorre num clima bastante tranquilo. Nas duas últimas edições não foram registradas ocorrências policiais graves, embora o número de pessoas tenha sido altíssimo. Todos estão convidados a participar da festa que este conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Jacobina. Hemoba 1 Tem sido grande as queixas contra o atendimento no posto de coleta de sangue do Hemoba de Jacobina. Várias pessoas que para lá se dirigem para doar sangue acabam voltando porque a médica responsável não está lá. Na última semana as reclamações tomaram vultos maiores porque um grupo de 15 pessoas se dirigiu até o posto de coleta e embora estivesse agendado o atendimento tiveram que retornar sem doar sangue. O constrangimento foi maior porque esse grupo atendia um apelo feito por uma emissora de rádio e se tratava de funcionários de uma empresa que liberara os mesmos para a ação humanitária. Hemoba 2 A reportagem do Primeira Página procurou o diretor da 16ª Dires, Ivonildo Dourado Bastos para obter informações sobre a responsabilidade do serviço e foi informada que o Hemoba funciona numa parceria entre a Sesab e a prefeitura e que a médica que está respondendo pelo órgão é cedida pela prefeitura e que infelizmente alguns problemas existem. Ele disse que está tentando viabilizar a ida do posto para o Hospital Antonio Teixeira Sobrinho para evitar esse problema. Segundo Bastos, a presença de um médico na hora da doação é uma exigência legal porque pode ocorrer de o doador passar mal. Com a ida para o HATS isso não seria problema, uma vez que há sempre médico ali. Transposição do Rio São Francisco Os cerca de 1.800 participantes da 3ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, reunidos em Fortaleza (CE), aprovaram a interrupção imediata das obras de transposição do Rio São Francisco, iniciadas no começo de junho. “A decisão da Conferência reflete principalmente o que a sociedade brasileira e os movimentos sociais avaliam diante do atual projeto de transposição do São Francisco: ele é apressado, é mais dirigido ao agronegócio, não busca ao desenvolvimento sustentável do semi-árido”, afirmou Naidison Baptista, do Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional) nacional. Para o conselheiro Adriano Martins, a decisão revela o desejo da sociedade de que seja adotado um projeto que se destine a melhorar a situação daqueles que sofrem mais com a falta de água. “A afirmação da água como direito fundamental, como um bem comum, é fundamental para se pensar a segurança alimentar e nutricional”, afirmou. “Olhando o projeto atentamente percebemos que apenas 4% da água que seria retirada do rio chegaria àqueles que passam sede”, reiterou. (TB) |
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