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Termina empatado o primeiro jogo da decisão do Jacobinense

Numa partida que não empolgou os 1.617 pagantes que estiveram no Estádio José Rocha, Vila Nova e Caatinga do Moura empataram em 1 a 1. Coube ao time tricolor do Caatinga do Moura abrir o placar aos 12 minutos da etapa inicial, quando o centroavante Marcelo recebeu na entrada da área e num drible de corpo achou uma brecha e encheu o pé fazendo balançar a rede do goleiro Nenen, do Vila Nova, levando ao delírio a grande massa dos torce-dores tricolores na arquibancada do José Rocha.
Ao tomar o gol, o time do Vila Nova se perdeu em campo e, meio desordenado, até que tentou chegar ao gol de empate, em contra-ataques mal aproveitados. Sentindo a pressão, o técnico Orlando Carlos retirou de campo o meia Nelinho e colocou o volante João Carijé. Com isto a equipe ganhou mais consistência no meio-campo e foi para o intervalo sofrendo o revés de 1 a 0 no placar.
Na etapa final o Vila Nova entrou em campo com tudo em busca do empate e até da vitória e teve a oportunidade de conseguir um resultado positivo, mas o artilheiro da competição Nen de Almas desperdiçou uma penalidade em favor do time azulino, batendo com muita displicência, para o alto. Entretanto, aos 29 minutos, ele fez a torcida vibrar. Numa jogada fulminante, o artilheiro penetrou livre na área e fez o gol do empate. Com o gol o time do Caatinga se perdeu em campo, e só alguns minutos após conseguiu reequlibrar a partida que terminou empatada em 1 a 1.
Muitos torcedores tricolores reclamaram da substituição feita pelo técnico Pardal, quando sacou o meia Paulinho para a entrada do Nêgo Dílson, pois achavam ele que o mais correto seria a saída de Max. Paulinho ficou visivelmente insatisfeito com a substituição, e a torcida vive a expectativa se esse excelente jogador entra em campo neste domingo para a grande final.
O Vila Nova jogou com Nenen, Vanzinho, Derbson, Louro e Dedeu; Jarbas, Márcio Mucambo, Nelinho (João Carijé) e Sandro Bell; Belo (Vinícius) e Nen de Almas. Técnico: Orlando Carlos.
O Caatinga do Moura atuou com Lucinho, Gaiato, Gum, Carijé e Deca; Moreno, Paulinho (Nêgo Dílson), Gal e Max (Maique); Joãozinho(Julinho) e Marcelo. Técnico: Pardal.
O árbitro central do jogo foi Ailton Lopes tendo como assis-tentes João Clarindo dos Santos e João Genésio dos Santos.
O público pagante foi de 1.617 pessoas para uma renda de R$ 7.490,00.
A decisão - Neste domingo, dia 15, o Caatinga volta a campo precisando apenas de um empate para ficar com o título e, caso isso ocorra, um fato inédito será registrado no futebol jacobinense, com o campeão invicto e o vice-campeão também invicto. Ao Vila Nova só resta a vitória para faturar o caneco de 2007. Ambas as equipes, durante a semana, intensificaram os trabalhos para poder ter a força máxima neste domingo, mas uma preocupação passa pela cabeça de alguns torcedores do Caatinga do Moura, que relembram a mesma história da final do ano passado, quando jogava a partida final pelo empate e acabou perdendo o título para o Botafogo.
Os dirigentes e comissão técnica do Caatinga garantem que este ano não será igual aquele que passou e que a equipe buscará a vitória. Os alvicelestes esbanjam confiança. O dirigente Paulo Leite garante que será o campeão, por sua vez, Uéliton e Fabiano já preparam a festa. Já o técnico Orlando Carlos é mais ponderado e acha que o jogo será difícil e detalhes definirão a grande decisão. Ele disse que confia em seu elenco e sabe que os seus atletas estão bastante motivados para conquistar o título de campeão jacobinense de 2007.
O jogo programado para as 15h30, terá como árbitro José de Jesus, que será auxiliado por Luís Carlos Freitas e João Clarindo dos Santos.