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Homenagens póstumas a Emanuel Moreira Andrade

>> “Quando acabamos de fazer tudo o que viemos fazer aqui na terra, podemos sair do nosso corpo, que aprisiona nossa alma como um casulo aprisiona a futura borboleta. E, na hora certa, podemos deixá-lo para trás, e não sentimos mais dor, nem medo, nem preocupações - estamos livres como uma linda borboleta,
voltando para casa, para Deus”. Quando olhamos para o lado já não vemos a tua presença física. Mas, a amizade que vivemos permanece viva entre nós. Os momentos vividos são tesouros da alma. És como uma estrela que continua a brilhar, mesmo depois de não mais existir. E onde estiver, que esteja em paz,
a velar por nós.
Os amigos do Bar de Lelinho
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Homem íntegro, amigo, leal, companheiro de todos os momentos, sempre pronto a ouvir, participar e colaborar.
Criou um ambiente onde mantinha encontros de amigos , turma inseparável que por muitos anos conviveu naquele local que se tornou famoso Bar de Lelinho, onde batíamos papos saudáveis, jagávamos dama e gamão, tomávamos cerveja geladinha,
enfim nos divertíamos a valer.
Hoje em sua ausência Lelinho, acabou-se a animação e a alegria de toda a turma e restará em nossos corações a saudade que jamais se dispersará. É uma lacuna imensurável, inextinguível, muito difícil de ser superada. Cremos porém, que você encontra-se junto ao Deus Pai Onipotente e de lá, velando por todos nós, seus amigos e familiares, que pela lei natural da vida e por determinação de Deus, um dia... nos encontraremos amigo,
e aí sim, reuniremos nossa turma onde gozaremos de uma
união perpétua e de felicidade plena.
Obrigado amigo! Esteja com Deus Lelinho! Proteja-nos de lá,
junto ao Criador.
Um abraço do seu amigo Anilton e de toda a
turma do Bar de Lelinho
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A Emanuel
(Com a maior solidariedade à sua digna família)
Fiz parte do grupo das pessoas que, há mais ou menos um ano,
se reuniu com muita alegria e entusiasmo para
recebê-lo de volta ao seu lar.
Lembro-me das músicas que foram tocadas em sua homenagem, nesse dia, como: “Além do Arco-íris”, que comoveram todos os presentes, pois falava de uma região onde o céu é sempre azul, onde as dúvidas se misturam como gotas de limão, ao longe.
Ontem não pude ser contada entre as pessoas que foram vê-lo, na sua verdadeira volta ao lar, quando, por fim, você tornou-se eterno, sem receio dos males terrenos, que já não têm
mais efeito sobre o seu corpo.
Sua família e seus amigos fariam tudo para que você ficasse
mais tempo; todavia, todos eles não percorrerão
um dia o seu mesmo caminho?
Sêneca fez uma bela apreciação sobre os trâmites percorridos
pelo homem e, no final, sobre o seu encontro com Deus:
“Não conhecemos nem a nós mesmos, por que havemos,
pois, de julgar o próximo?
Ninguém sabe o que constitui um homem, e só Deus conhece os seus pensamentos, suas alegrias, suas amarguras, suas angústias; as injustiças cometidas contra ele e as injustiças que ele comete.
Todas as vidas, boas ou desnorteadas, penosas ou felizes, são apenas um prólogo de amor além da sepultura, onde tudo é compreendido e quase tudo é perdoado.”
Maria da Conceição Miranda Gallo.