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Jacobina

Placas de Sinalização

A situação da sinalização em Jacobina continua ruim. Apesar de alguns avanços, há ainda muito por fazer como a sinalização da Avenida Orlando Oliveira, próximo à Igreja Universal; uma faixa de segurança na mesma avenida para quem atravessa o rio pela ponte em frente ao Caramelo, entre outras. Mas o fato mais inusitado que merece ser visto pelos responsáveis pelo trânsito é uma placa que indica a presença de um semáforo e travessia de pedestre na Avenida Lomanto Júnior. A placa foi mudada de posição desde a micareta, e até hoje se encontra voltada para o rio. A prefeitura já foi alertada diversas vezes, mas até ontem não havia tomado providências.

 

Matadouro I

A novela do matadouro de Jacobina teve mais um capítulo essa semana. Desta vez o episódio contou com a indignação do presidente da Associação Cristã em Defesa da Vida e da Cidadania (ACDVC), pastor Milton César, que no programa Jornal das Sete externou aquilo que é o pensamento da maioria das pessoas sérias desse município. Segundo César, após a última reunião ocorrida em setembro, ficou acertado que uma comissão seria formada para acompanhar os avanços e propor ao Ministério Público formas de fazer cumprir a liminar até o cumprimento cabal da legislação.

 

Matadouro II

Acontece que a Prefeitura de Jacobina antecipou os fatos e assinou um Termo de Adequação de Conduta (Tac) com o MP prorrogando o prazo por mais 560 dias, ou seja, até abril de 2008. Por coincidência ou não, 2008 será ano de eleições e se o atual prefeito sair, o pepino ficará nas mãos do próximo prefeito. Ainda segundo o pastor Milton, isso significa empurrar o problema com a barriga. Ele disse que não caberia mais assinatura de Tac, uma vez que já havia uma determinação estipulando prazos. Seja como for, o que se vê é um desrespeito à população que continuará comendo carne de procedência duvidosa.

 

Matadouro III

De acordo com o pastor Milton, o prefeito prometeu diversas vezes que a autarquia Panela do Povo iria passar a vender carne inspecionada, mas até agora não se sabe porque, não está fazendo. "Durante todo esse tempo o argumento usado para não fazer cumprir a portaria 304 /96 foi o de que isso causaria prejuízos ao comércio local e causaria desemprego, mas parece que a saúde da população na avaliação das autoridades é menos importante que o emprego de meia dúzia de marchantes e magarefes que se acomodaram e resistem às mudanças. Bastava o prefeito ter a coragem de determinar que fosse cumprida a lei que aqueles que quisessem permanecer no ramo se enquadrariam."


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